Martinho do Brasil

Entre as muitas influências da África, uma herança se fez maior. O Brasil foi presenteado com o ritmo do samba. E, dentre as diversas vertentes desse estilo, há músicos em estilos diferentes que fizeram e fazem a história desse ritmo que leva o nome do nosso país por onde passa.

E esse de quem vou falar agora, é um personagem relativamente jovem nessa trajetória, mas que já teve tempo suficiente de marcar seu nome e estilo se tornando inesquecível para as gerações dos nossos avós, pais e com certeza sua música continuará contemplando o futuro que vem por aí.

Assim como quase todo “bom brasileiro”, ele teve uma infância simples e jamais sonhava brilhar como aconteceu. Pulando a parte dos dados bibliográficos – (que você pode saber mais clicando aqui) – o que eu quero contar é que Martinho da Vila tornou-se em pouco tempo um dos maiores vendedores de discos do país.

Mas ele foi além da música e do samba. Martinho é autor de dez livros, onde alguns tratam da cultura africana e do movimento negro no Brasil – o qual ele é um dos maiores representantes. O músico se fez também durante muito tempo o elo que ligou nosso querido país a Angola resgatando e “religando” os pontos culturais entre eles.

Martinho cantou o Brasil, as mulheres, a vida e ao amor, cantou Noel Rosa, em escolas de samba e em botecos. Mais do que isso, encantou com sua música e seu samba, e segue a fazer os corações brasileiros batucarem seu ritmo por onde passa.

Martinho, em Disritmia

Para todas as mulheres

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