Em cada região, uma cor, um sabor.

Falar do Brasil é, como eu sempre digo, algo complexo. Desde sua geografia e extensão, até o que define a diversidade cultural existente em cada pedacinho do mapa é, como todos sabem, uma coisa de louco. E foi isso que conversamos em nossa segunda aula.

Primeiro eu pontuei  no mapa as regiões, expliquei como são divididas e quais estados cabe a cada uma delas. Também falamos um pouco das correntes migratórias, de como aconteceu a colonização e principalmente a imigração em cada uma dessas regiões. E o que muita gente (a maioria de quem não conhece o Brasil) não sabe é que aqui há povos de multiplas nacionalidades, que aqui vivem há mais séculos.

E ainda que a influência indígena, africana e, é claro, portuguesa estejam de forma forte e constante presentes no dia-a-dia brasileiro. Há um pouco de Itália, Japão, Espanha, Holanda, França, Síria, Alemanhã (o Sul que o diga!), Coréia do Sul, principalmente presente nas metrópoles e grandes cidades desse Brasil.

Uma reportagem recente da SuperInteressante aborda mais sobre os fluxos migratórios que existiram e existem por aqui. É legal ver como essas correntes mudaram com o passar dos anos, mas não deixaram de acontecer.

A proposta lançada nessa aula foi de que cada grupo fizesse uma busca pelas regiões brasileiras. Como eu falei, é muito árdua a tarefa de encontrar e conhecer desde a história, a colonização, a imigração, os aspectos populacionais. , indo mais além, adentrar no que representa a cultura, as festas típicas, a música, dança, culinária, arquitetura entre tantas outras peculiaridades de cada região.

Por enquanto conhecemos a Região Norte, né Gerry e Alejandro? O trabalho de vocês ficou muito bom! Conheci mais do meu próprio país com a aula mexica-argentina.

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