“Quando As Máquinas Param” fará apresentação única no Teatro Municipal de Ubatuba

Montagem histórica da peça de Plínio Marcos se apresenta uma única vez em Ubatuba, no sábado dia 23 de setembro, às, 20h no Teatro Municipal. Dirigida por Léo Lama, filho de Plínio, a peça tem em seu elenco a atriz Kelli Di Bertoli e o ator Rodrigo Caldeira e em 2017, o texto Quando As Máquinas Param completa 50 anos desde que foi criado.

A ousada montagem da obra clássica de Plínio Marcos foi um sucesso nas 3 primeiras temporadas na cidade de São Paulo entre 2011 e 2013, marcando o desjejum de Léo Lama, que não dirigia uma peça escrita pelo pai há 21 anos.

Em Ubatuba, os ingressos estão à venda no Teatro Municipal, na Livraria Nobel e na loja Brewcicleta, ambos localizados no bairro do Itaguá. O valor da inteira custa 30 reais e a meia 15. Artistas e produtores cadastrados no Mapa Cultural de Ubatuba pagam meia entrada.

A apresentação em Ubatuba é uma realização do Coletivo Garoa e da Canoyá Produções. Conta com o apoio cultural do Restaurante Perequim; Suítes Flautista; Associação Comercial de Ubatuba; Restaurante Limoeiro; La Chapa; Camping Usina Velha; Naturalle; Integral Med; Spice; Tangerina Sucos; HPM Marketing; Orégano Pizzaria e Centro Sociocultural Kantuck. Além disso, o espetáculo também é apoiado institucionalmente pela Prefeitura Municipal de Ubatuba por meio da FundArt e da Comtur.

Sobre a obra de Plínio Marcos

Quando as Máquinas Param traduz as angustias de Nina e Zé em um casamento fragilizado pela recessão e o desemprego. Em meio a ondas de demissões e a falta de perspectiva devido à baixa qualificação, a única distração de Zé é jogar bola com os meninos na rua. Nina torna-se a provedora da casa costurando roupas e recebendo ajuda de sua mãe, algo inaceitável para Zé, orgulhoso. A situação se agrava com a gravidez inesperada, quando Zé teme não poder sustentar seu grande sonho de ter um filho: o aborto surge como opção… Mas Nina quer ter o filho.

SERVIÇO: – “Apresentação Única em Ubatuba”

  • Data e horário: 23/09 – Sábado – 20h
  • Local: Teatro Municipal de Ubatuba – Praça Exaltação a Santa Cruz, 22
  • Tel: 12 3833-1191
  • Capacidade: 446 lugares
  • Ingressos: R$ 30,00 (inteira) R$ 15,00 (meia) * artistas de Ubatuba cadastrados no Mapa Cultural da cidade também pagam meia
  • Pontos de Venda: Teatro Municipal de Ubatuba; Livraria Nobel; Brewcicleta
  • Classificação Indicativa 10 anos

www.fb.com/quandoasmaquinasparam

Conheça a equipe desse espetáculo 

Léo Lama – Músico, poeta, dramaturgo, diretor, escritor e roteirista. Estreou como autor de teatro aos 21 anos, com a peça “Dores de Amores”, com Malu Mader e Taumaturgo Ferreira, que ficou quatro anos em cartaz e foi montada em outros países. Virou filme em 2012 com Milhém Cortaz e Fabíula Nascimento. Pela Companhia Solitária, criada por ele, montou os textos “Videoclip Blues”; “Prisioneiro de uma Canção” (parceria com seu pai Plínio Marcos); “O Perdido Coração do Cristo”; “Baudelaire – O Pai do Rock” entre outros. Teve seu texto “Perdidos na Praia” dirigido por Fauzi Arap; Dirigiu alguns programas na TV Record, entre eles “Domínio Público” com Otaviano Costa.

 

Kelly di Bertolli – Atriz formada em Artes Cênicas pela Universidade de São Paulo, interpretação pelo Strasberg Institute – Actors Studio em Nova York, View Points e Suzuki no SITI Company dirigida por Anne Bogart em New York. Estudou voz com Monica Montenegro e Madalena Bernardes, contato improvisação com Diogo Granato, clown com Phillip Gaulier, Biomecânica, Neusa Tomasi e Philip Brehse, teatro fisico com Robert Macrea, corpo e interpretacão com François Kahn, teatro do oprimido com Augusto Boal, interpretação para cinema com Fátima Toledo entre outros. Possui experiência internacional oferencendo cursos e fazendo projetos com Artistic Associates Program e na Action Lab Grant, Nova York, na Inglaterra (Leeds University, Duhran University e Manchester University), País de Gales (University of South Wales) e Escócia (Dundee University). Ganhou prêmio de residência artística no Bronx/ NY para dirigir a peça “Jakeline and the beans stock”.  Trabalhou em dezenas de espetáculos como atriz, começando a carreira de atriz sob a direção e texto de Plínio Marcos no espetáculo “A vocação”, “Mysteries and small pieces” direção de Judith Maline no Living Theatre, “A exceção e a regra” de Brecht e “Valsa n 6” de Nelson Rodrigues sob a direção de Sergio Audi, “Travessuras de Palhaço” sob a direção e com Roge Avanzi (Picolino) entre outros. Trabalhou em cinema nos longas “Garotas do ABC” e “Bens Confiscados” de Reichenbach entre outros e foi assistente de direção de atores de Fátima Toledo em seu estúdio e no filme “Tainá 2”. Televisão participou da série Turma do Gueto. E é atriz no espetáculo “Quando as Máquinas Param”, de Plínio Marcos, direção de Leo Lama. É diretora artística do Coletivo Garoa.

Rodrigo Caldeira  – Ator com mais de 30 obras realizadas em São Paulo e internacionalmente. Destaque para The Package (2015, Frankfurt/Ale, Antagon Theater Aktion, direção: Shusaku Takeushi), Quando As Máquinas Param (2011/-, de Plinio Marcos com direção de Leo Lama), Mauísmo (2010 com o Teatro da Vertigem), Felizes para Sempre (2010, de Mario Bortolotto), Amor Negado (2009, personagem de Jasão em adaptação de Medeia com direção de Moisés Miastkwoski), participação nas filmagens para a Ópera dos Vivos da Companhia do Latão entre outros. Foi fundador dos grupos Hangar de Elefantes [destaque com a obra site specific Terra À Vista (2011-2013)] e Coletivo Garoa (antigo Grupo de Teatro do Oprimido da Garoa) [destaque no projeto Torquemada (2010-2012) a partir de obra de Augusto Boal, com participação na Bienal de Arte de São Paulo em 2010]. Atuou em 10 curta metragens, sendo 3 em São Paulo e 7 na Inglaterra. É arte-educador e Curinga de Teatro do Oprimido com larga experiência em trabalhos com jovens e populações vulneráveis, no Brasil e na Inglaterra. Desenvolveu oficina própria de treinamento de atores a partir dos métodos que já estudou. Também é poeta e dramaturgo. Fez cursos com grandes nomes como Eugenio Barba e atores do Odin Teatret no Brasil e na Dinamarca, no Workcenter of Jerzy Grotowski and Thomas Richards em Pontedera/Itália e residências no Teatro da Vertigem, no Theatre du Soleil em Paris, com Min Jung Park no Casarão do Belvedere em São Paulo e com Ihab Zahdeh na MIT-SP 2017.

 

Ficha Técnica:

  • Texto- Plinio Marcos
  • Direção- Leo Lama
  • Elenco- Kelly di Bertolli e Rodrigo Caldeira
  • Produção- Rodrigo Caldeira e Venicio Toledo
  • Operador de Luz e Som- André Perussi
  • Trilha Sonora- Leo Lama e Ronaldo Pelicano
  • Músicas- Leo Lama
  • Arte e Design Gráfico- Ananda Barreto
  • Assessoria de Imprensa- Vanessa Cancian

 

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