Beija-flor cobra criada: sinta o som do Brasil

Com carinho, arte e dedicação, logo em breve chegará à Ubatuba o laçamento do CD “Beija-flor cobra criada do compositor, arranjador e intérprete Luiz Cláudio. O trabalho é o primeiro disco que será lançado com a seleção de 13 canções entre as mais de 200 composições do seu repertório.

Com um desenho diversificado de ritmos e gêneros, incluindo pop, bolero, valsa, samba-bossa, toada, pagode, sertanejo e balada, Luiz Cláudio insere elementos híbridos na busca de uma linguagem musical própria.  E o resultado: uma musicalidade singular com equilíbrio e densidade.

O CD conta com a participação do maestro Roberto Sion em cinco faixas, e apresenta também uma pegada “jazzística” que combina com as letras fortes do compositor. As palavras expressadas pelo artista revelam sua disposição de cantar, com sensibilidade, indignação, humor e ironia, situações da vida contemporânea observadas com perspicácia, que ora bailam com crítica social, ora com a banalidade do cotidiano, ora com o amor.

O título “Beija-flor cobra criada” expõe a controvérsia e a multiplicidade que permeiam o trabalho de composição de Luiz Cláudio. Ingênuo por vocação, sem abrir mão da argúcia, malandro pela necessidade de sobreviver, sem perder a inocência. Esse conjunto compõe a personalidade simpática e bem humorada do compositor, mostrando de maneira autêntica a sua primeira incursão como intérprete das próprias canções.

Conheça o artista:

Luiz Cláudio

Traz a musicalidade consigo desde a infância. Aos 7 anos iniciou o estudo de teoria musical e as práticas com o acordeom e o piano. Na adolescência aproximou-se do violão, que se tornou seu instrumento preferido de criação. As apresentações artísticas começaram aos 20 anos, mostrando suas primeiras composições nos shows Prata da Casa da Universidade Federal do Rio de Janeiro, onde cursou engenharia. Numa trajetória despretensiosa, conviveu com artistas e alguns grupos cariocas, como Folha Seca, Impávido Colosso e Aquarela Carioca. Em 1984 gravou seu primeiro registro “demo”, que contou com a participação de Marisa Monte, ainda em início de carreira, nos “backing vocals”. Na década de 90 mudou-se para São Paulo. Nesse período participou da oficina de criação literária do Museu Lasar Segall e do Grupo de Contistas de São Paulo, seguindo sua forte vocação literária. Esse trabalho marcou o início de uma produção consistente de contos e crônicas, que permanece viva nos dias de hoje. Ainda na década de 90 atuou discretamente na noite paulistana e desenvolveu projetos com secretarias de cultura, apresentando shows musicais autorais. Enquanto isto, amadurecia conhecimentos de composição e arranjo e buscava novas sonoridades na viola de 10 cordas, além de aprimorar a força de suas letras.

Em 2008 surgiu a idéia de gravar o primeiro CD. Em 2012 concluiu seu primeiro romance, Vintevintecinco, ainda inédito. No momento dedica-se ao segundo romance, Fla-Flu e à divulgação do CD “Beija-flor cobra criada”.

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